O Esporte Clube Vitória protocolou uma representação oficial junto aos Comitês de Arbitragem e de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), contestando a atuação da equipe de arbitragem na partida contra o Athletico-PR, pelo Campeonato Brasileiro.
No documento, assinado pelo presidente Fábio Mota, o clube afirma que houve erros considerados decisivos para o andamento da partida. Entre os principais lances questionados está uma entrada dura do volante Luiz Gustavo, logo aos sete minutos do primeiro tempo, que, na avaliação do Vitória, deveria ter resultado em cartão vermelho direto.
Outro ponto de contestação é a marcação de um pênalti favorável ao Athletico-PR, classificada pelo Rubro-Negro como um equívoco de interpretação. Já na etapa final, o clube sustenta que o mesmo atleta adversário voltou a cometer infrações passíveis de advertência, o que também poderia ter culminado em sua expulsão, mas nenhuma punição disciplinar foi aplicada.
A diretoria rubro-negra também reclama de uma entrada do zagueiro Arthur Dias sobre o atacante Renê, lance que teria provocado lesão no jogador e que, segundo o clube, era passível de expulsão direta. Para o Vitória, a condução da arbitragem comprometeu a igualdade de condições da partida e a aplicação correta das regras do jogo.
Além das críticas ao árbitro de campo, o clube também questiona a atuação da equipe do VAR, alegando que os lances polêmicos deveriam ter sido revisados, mas não houve recomendação para análise no monitor. Na representação enviada à CBF, o Vitória solicita uma avaliação detalhada dos episódios, eventuais medidas disciplinares contra a equipe de arbitragem, esclarecimentos sobre os critérios adotados durante o jogo e a divulgação dos áudios da comunicação entre o árbitro e o VAR.






