A manifestação foi publicada após a ampla repercussão do caso registrado na região da Praça da Sé. Na noite de sábado, equipes da Polícia Militar foram acionadas por volta das 23h depois que populares relataram que um homem, com sinais de alteração comportamental, estaria intimidando pessoas que circulavam pelo local.
Segundo a ocorrência policial, ao chegarem à praça, os agentes identificaram o homem como Darino Sena. A abordagem inicial transcorreu sem registro de agressividade. Pouco tempo depois, entretanto, uma nova solicitação indicou que o jornalista havia seguido para a área da Cruz Caída, onde ameaçava se jogar.
Diante da situação, foram mobilizadas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Coordenação do Centro Histórico. Com o apoio conjunto dos profissionais de saúde e dos policiais, Darino foi contido de forma segura e encaminhado para atendimento médico especializado por meio da Central de Regulação.
Imagens gravadas por pessoas que estavam na região e divulgadas nas redes sociais registraram o momento de vulnerabilidade vivido pelo jornalista, provocando grande repercussão. Em resposta, familiares e amigos reforçaram que o episódio está relacionado a uma questão de saúde e criticaram a exposição do comunicador.
Na nota, o grupo destaca que crises de saúde não devem ser tratadas como entretenimento ou alvo de exploração pública, defendendo uma abordagem baseada em respeito, empatia e responsabilidade.
Os familiares também ressaltaram que Darino segue assistido por uma equipe médica e lembraram que transtornos relacionados à saúde mental podem atingir qualquer pessoa, independentemente da profissão ou condição social.
Ao final do comunicado, a família agradeceu as mensagens de apoio recebidas nos últimos dias e reiterou o pedido para que a intimidade do jornalista seja preservada, destacando que um momento de crise não pode definir sua trajetória pessoal e profissional.






